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Exercícios (Série: Faça você mesma))

Muita gente me perguntando se existe alguma maneira de praticar exercícios sem sair de casa.
- Sim, claro! É a resposta. 

Uma reportagem que o personnal trainner da Sandra Bullock, Natalie Imbruglia e Naomi Campbell, entre outras estrelas, reportou que as mesmas fiquem em forma com um plano de exercícios que se adapta à anatomia dos quatro tipos de mulher: tubo, pêra, maçã e ampulheta.
Matt Roberts garante que, se adicionar a este programa uma alimentação equilibrada e saudável, poderá alcançar a silhueta com que sempre sonhou.
O mais importante é que a mulher se sinta bem consigo mesma.
Lunges à frente
(20 repetições)

Coloque-se em pé, com as pernas afastadas à largura das ancas.
Dê um passo em frente (sem deixar que o joelho ultrapasse a ponta do pé) e desça o corpo na vertical, deixando o joelho que fica para trás à altura do pé. Mantenha a postura e repita com a outra perna.
Agachamentos
(20 repetições)

Coloque-se em pé, com as pernas afastadas à largura dos ombros e as mãos apoiadas nas ancas.
Flicta os joelhos (como se fosse sentar-se numa cadeira atrás de si) até sentir tensão nas coxas.
Mantenha a posição alguns segundos e volte ao início.
Fundos no banco
(30 repetições)

De costas para um sofá, apoie-se num dos seus braços e estique as pernas para a frente.
Flicta joelhos e cotovelos enquanto vai baixando o corpo. Aguente alguns segundos.
Extensão e elevação da coxa
(30 repetições)

Coloque-se de gatas, com os cotovelos e os antebraços apoiados no chão.
Estique a perna para trás, erguendo-a em direcção ao tecto. É importante manter as costas direitas, alinhadas com a perna que está levantada.
Repita com a outra perna.

Comer rápido engorda ?



A fome anda de mãos dadas com os quilos a mais. E não só porque se ingere mais comida, como você vai ver a seguir

Você leva a primeira garfada à boca e começa a mastigar. Que delícia! O prazer de saborear um bom prato, porém, faz acelerar o ritmo da comilança. Eis a grande armadilha:
não esperar pelo menos 20 minutinhos para que o cérebro entenda que você já está satisfeito. Só quando cai a ficha lá na massa cinzenta, é que entra em cena o PYY, o hormônio da saciedade. “Está mais do que comprovado: quem mastiga com calma, em vez de encarar as refeições como um rali de velocidade, certamente come porções menores”, informa o pesquisador Hiroyasy Isso, que investiga assuntos relacionados à obesidade no Departamento de Medicina da Universidade de Osaka, no Japão.

Em outras palavras, é uma questão de comportamento, conforme aponta seu estudo. Juntamente com seus colegas de equipe, Hiroyasy Isso recrutou 1.122 homens e 2.165 mulheres com idades entre 30 e 69 anos. Passou, então, a indagar sobre seus hábitos à mesa, levando em conta também o índice de massa corporal de cada um deles. Os estudiosos descobriram que praticamente a metade dos varões e um pouco mais da metade das voluntárias só paravam de comer após se sentirem completamente saciados. Em comum, eles compatilhavam este perfil: eram o que se pode chamar de comedores rápidos.

A etapa seguinte foi comparar esses dois grupos com os participantes que não iam com tanta sede ao pote, por assim dizer. Resultado: os homens e as mulheres que comeram até não ter mais um pingo de vontade tinham duas vezes mais probabilidade de chegar ao sobrepeso. Esse risco aumentava três vezes entre os que comiam até a satisfação total e ainda por cima o faziam rapidamente. “A combinação desses dois tipos de comportamento têm efeito considerável no ganho de peso”, conta Isso.

Nem só as atitudes à mesa, no entanto, explicam essa relação. “Sabemos que há um mecanismo genético que nos leva a comer além da conta como forma de garantir um suprimento de energia enquanto ela está disponível”, continua o cientista japonês. E ele finaliza: “Também contribui para o consumo desnecessário de calorias o fato de que muita gente hoje em dia come distraído, sem prestar atenção no que está pondo no prato.”

Bem, se você se identifica com esses casos, compare seu comportamento à mesa com o dos seus amigos ou familiares e responda francamente:

1. Você continua mordiscando petiscos ou pães do couvert depois de terminar a refeição só para acompanhar os outros?

2. Você mantém guloseimas à vista no escritório ou na sala de casa?

Bem, responder sim a uma só pergunta já indica que é preciso mudar de comportamento, sob pena de disparar o ponteiro da balança ladeira acima. E quanto ao peso da genética nessa história, ninguém aqui vai subestimá-la, mas já se sabe que o estilo de vida é capaz de ativar no nosso corpo os genes que previnem várias doenças – a obesidade entre elas. Mais um motivo para adotar hábitos saudáveis!

Suplevida

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